Ex-jogador criou o distintivo do clube. Conheça a história

Por: TDP  :  Categoria: Corinthians, História


Brasões

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O atual brasão do Corinthians não se parece em nada com o distintivo original, criado às pressas, em 1913, quando a equipe conquistou uma vaga na Liga Paulista de Futebol: um “C” e um “P” maiúsculos, de Corinthians Paulista. Foi influenciado diretamente pelo símbolo do Corinthian inglês.

A primeira variação aconteceu em 1916, após a conquista do Campeonato Paulista. Três letras no escudo, em um fundo redondo embutido num contorno mais complicado, continuavam dando pouca leitura. Talvez por isso sua vida tenha sido tão curta. Pouco mais de um ano depois, nova mudança. O formato redondo, assumido naquele ano, nunca mais foi abandonado.

Em 1920, ficou definido que a bandeira do Estado de São Paulo, o nome do clube por inteiro e a data de fundação, em círculo negro com fundo branco, passariam a fazer parte do distintivo corintiano.

A âncora, os remos e a bóia estilizada surgiram apenas em 1926, com a marcha do clube para a região leste da cidade de São Paulo e a compra do enorme terreno em que foi erguido o Parque São Jorge. O distintivo do Sport Club Corinthians Paulista passou a ter leitura e significado, mas apenas integrou as camisas do clube em 1937.

Na última mudança, a bandeira paulista ondula, transmitindo a idéia de dinamismo e ação, ao contrário da que permaneceu durante anos na camisa do time, que era estática e não respeitava o rigor das treze listras.

Em 1990, o emblema recebeu a primeira estrela de Campeão Brasileiro. Em 1998, 1999 e 2005 mais três estrelas foram incorporadas devido às conquistas de mais três campeonatos nacionais. A quinta estrela, acima das anteriores, refere-se ao título do Mundial de Clubes da Fifa em 2000.

Fonte: Gaviões Da Fiel e Atualizado por: TimeDoPovo

Sport Club Corinthians Paulista

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Como tudo começou…

Era 1º de setembro de 1910 e cinco operários – Joaquim Ambrósio, Carlos da Silva, Rafael Perrone, Antônio Pereira e Anselmo Correia – se reuniram com mais oito rapazes e fundaram o “Sport Club Corinthians Paulista” após assistirem a uma partida de uma equipe de futebol da Inglaterra. O presidente escolhido por eles foi o alfaiate Miguel Bataglia, que já no primeiro momento afirmou: “o Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time”.

Da primeira coleta à compra da primeira bola de futebol do clube pouco tempo passou. Na verdade, apenas uma semana. Um terreno alugado na Rua José Paulino foi aplainado e virou campo e foi lá que, já no dia 14 de setembro, o primeiro treino foi realizado diante de uma platéia entusiasmada que garantiu: “este veio para ficar”.

De partida em partida o time foi se tornando famoso, mas era ainda um time de várzea. No ano de 1913, o Corinthians pleiteou uma vaga junto à Liga Paulista de Futebol e foi aceito, tornando-se assim o quarto dos chamados “três mosqueteiros” (os outros eram Americano, Germânia e Internacional), daí a origem do mascote corinthiano.

Grandes craques passaram pelo Corinthians em sua história quase centenária. Nomes como Neco, Luizinho, Cláudio, Baltazar, Gilmar, Rivellino, Sócrates, Biro-Biro, Ronaldo, Neto, Marcelinho Carioca, Dida, entre outros, são lembrados até hoje e tidos com muito carinho pela Fiel Torcida.

Os presidentes

1910 – Miguel Battaglia
1910/1914 – Alexandre Magnani
1915 – Ricardo de Oliveira
1915/1916 – João Baptista Maurício
1917 – João Martins de Oliveira
1918 – João de Carvalho (interino)
1918 – Albino Teixeira Pinheiro
1920/1925 – Guido Giacominelli
1925 – Aristides de Macedo Filho
1926 – Ernesto Cassano
1927 – Guido Giacominelli
1928 – Ernesto Cassano
1929 – José Tipaldi
1929/1930 – Filipe Collona
1930/1933 – Alfredo Schurig
1933 – João Baptista Maurício
1933/1934 – José Martins Costa Jr.
1935/1941 – Manuel Correcher
1941 – Mário Henrique Almeida (interventor)
1941 – Pedro de Souza
1941/1943 – Manuel Domingos Correia
1944/1946 – Alfredo Ignácio Trindade
1947/1948 – Lourenço Fló Júnior
1948/1959 – Alfredo Ignácio Trindade
1959/1961 – Vicente Matheus
1961/1971 – Wadih Helu
1971/1972 – Miguel Martinez
1972/1981 – Vicente Matheus
1981/1985 – Waldemar Pires
1985/1987 – Roberto Pasqua
1987/1991 – Vicente Matheus
1991/1993 – Marlene Matheus
1993/2007 – Alberto Dualib
2007 – Clodomil Antonio Orsi (interino)
2007 – Andrés Sanchez


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